EL ou UL?

             
                              BAAL
                ..... ASTARTE
                                        

    Desde a década de quarenta, a arqueologia tem possibilitado conhecer cada vez mais sobre os povos antigos do oriente, principalmente o povo cananeu e sua religião. Descobertas arqueológicas no local da antiga cidade de Ugarit, mostraram centenas de placas de barros pertencentes a biblioteca do templo de Ras Sharma. Esses textos religiosos provam que  a oposição contra a qual a tradição de Moisés (Mehushua) teve que lutar não era uma simples aglomeração de pequenos cultos de fertilidade presididos por insignificantes deuses e deusas, mas, pelo contrário, um dos mais elaborados sistemas religiosos do mundo antigo. A religião dos cananeus já era bem difundida e já estava estabelecida na Palestina antes da conquista Yaoshorulita. Era uma religião com ritos já bem elaborados e se identificava com os interesses de uma população agrícola. A religião dos cananeus era identificada com a natureza e tinha por objetivo ensinar os homens a cooperarem e a controlarem o ciclo das estações.
                                             Ruínas escavadas em Ras Shamra


                                     
       Ugarit (atual Ras Shamra, em árabe, significando "topo/cabeça/capa do funchoselvagem") foi uma antiga e cosmopolita cidade portuária, situada na costa mediterrâneado norte da Síria, alguns quilômetros ao norte da cidade moderna de Latakia. Ugarit enviava tributo ao Egito e mantinha vínculos diplomáticos e comerciais com o antigoChipre (chamado então de Alashiya), documentados nos arquivos recuperados do sítio arqueológico e corroborados pela cerâmica cipriota e micênica descoberta ali. O apogeu da cidade ocorreu de cerca de 1450 a.C. até 1200 a.C..                                                     Uma estatueta de Baal de Ugarit
                                                            
                Entre as suas divindades a mais poderosas esta Baal, o  Senhor da Terra , que também era o deus do tempo atmosférico. Baal é o herói de muitos mitos da terra de Canaã. Os mitos acompanhavam e explicavam os rituais.. Na sua maioria estes rituais diziam respeito à fertilidade da terra e à criação do mundo. Dava-se uma importância especial ao mito da morte e da ressurreição do deus. Baal, como doador da fertilidade, era representado como estando à morte quando as "últimas chuvas terminavam  e o sol começava a queimar a terra, ressuscitando depois do outono. Essa ressurreição fazia com que as antigas chuvas voltassem e lançassem o ano agrícola em novo ciclo.

                Os textos de Ras Shamra também contêm uma versão do muito divulgado mito da criação do mundo. A criação é o resultado de um combate em que o deus destruiu o Monstro do Caos, imaginado como um dragão marinho e, muitas vezes chamdo Leviatã. Com a vitória do deus, surgiu a Ordem, do Caos, e a criação nasceu.
                                                

             Astarte, uma deusa cananéia também conhecida como Astarot (forma hebráica plural), era uma das principais divindades femininas da antigüidade. Pelas inúmeras placas de "Astarte" descobertas em escavações arqueológicas, ela era normalmente representada nua.


             ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DOS PRINCIPAIS DEUSES                                           

      EL -  (chamado também Latipan, e possivelmente Dagon) é conhecido como "o pai dos deuses",  "o pai da humanidade",  é o criador das criaturas.

     Essa descrição do dicionário nos mostra claramente que "EL" é derivado de "UL". Ora, o que é derivado, não é original, uma vez que o original não é derivado de coisa alguma. O título hebraico ULHIM(mais acima) foi corrompido nas próprias Sagradas Escrituras hebraicas para "Elohim", de modo a introduzir o impostor "EL", que, como é do conhecimento geral, trata-se de um ídolo pagão da mitologia babilonico-caldeia, de cuja idolatria também advém o culto pagão a "BAAL", o qual seria filho de "EL". Isso se confirma em qualquer enciclopédia confiável, não nos cabendo aqui ir além nessas considerações. O títuloUL foi corrompido para "EL", do mesmo modo que o título ULHIM foi corrompido para "ELOHIM". Em ambos houve a introdução do ídolo pagão "EL". A escrita original, tanto de UL como de ULHIM contém uma letra "VAV", que dá o som de "U", o qual foi criminosamente suprimido, de modo a permitir a pronúncia "EL" e "ELOHIM". ULHIM é a palavra hebraica original que significa "O Ser Eterno Criador". Como palavra plural que é, seria mais correto traduzirmos ULHIM como "Os Seres Eternos Criadores". O texto de Provérbios 30:4 já nos evidencia esta pluralidade, com relação ao Criador Pai e ao Criador Filho. A palavra ULHIM traz em si todos os atributos de oniciência, onipresença, onipotência, e todos os demais atributos que somente podemos atribuir a um Ser Supremo. Contudo, a pluralidade evidenciada por Provérbios 30:4, além da mesma pluralidade ser igualmente evidenciada em Yaohukhánan (corrompido como 'João') quando diz: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com ULHIM, e o Verbo era ULHIM", nos conduzem, inegavelmente, a mais de um Ser Supremo. Este texto nos mostra que o Filho, YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) não somente "estava com" ULHIM, mas que também "era" ULHIM. Ou seja, sendo ULHIM, ele possui todos os atributos de ULHIM, sendo portanto um segundo Ser Supremo revelado com clareza nas Sagradas Escrituras. Pai e Filho. YAOHUH (IÁORRU) e YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA).


    

ATHIRAT - (Asherah, Ashtartian )"a senhora do mar", amante de EL. Teve muitos filhos com ele.
QADSHU - uma deusa síria, que muitas vezes é representada nua, é uma deusa da fertilidade.
Qodesh-e-Amrur - pescador de Athirat. Mensageiro de Baal para Kothar-and-Khasis. É também empregado de Athirat.
Kothar-e-Khasis -hábil e inteligente, chamado também Chousor e Heyan (Ea) e identificado com Ptah. É um deus artesão. É requisitado por EL para construir um trono para Yam.
SHACHAR (amanhecer) e SHALIN (ocaso)- .  Filhos gêmeos de EL com Athirat.
BAAL - (chamado também Baal-Zephon (Saphon), Hadad, Pidar e Rapiu. É filho de EL. É chamado "o deus da fertilidade", "o cavaleiro das nuvens", "o deus do relâmpago e do trovão". É  o príncipe e o senhor da terra, o mais poderoso dos guerreiros,  senhor do céu e da terra  (Alalakh). Tem um palácio no monte Zephon. Sua voz é um trovão, quando abre os alçapões das nuvens, a chuva cai para dar vida a terra.. Ele é conhecido como Rapiu durante sua estada de verão no mundo de baixo. É inimigo de Yam.
Ele reprende os deuses quando apresentam uma postura covarde; quando os deuses pretendem  entregá-lo para os mensageiros de Yam  ataca-os mas é contido por Athtart e Anat. Kothar-e-Khasis dá-lhe as armas mágicas Yagrush (perseguidor) e Aymur (condutor). Golpeia  Yam no peito e na testa, colocando-o para fora do combate.  Em uma versão alternativa deste episodio, ele mata Lotan (Leviathan), o dragão de sete cabeças.  A batalha pode representar as rigorosas tempestades do mar no inverno que se acalmavam na primavera as quais eram precedidas e acompanhavam as chuvas de outono que finalizavam as estiagens do verão permitindo o crescimento das colheitas.

                                         Baal - século XIV a.C.                                                   Baal, seculo XIV a.c

GAPN - vinho. Mensageiro e pajem de Baal.
RADMANU - (Pradmanu) um servidor menor de Baal.
ASTARTE (Athtart-nome-de-Baal, Astarte, Athtart, Ashtart) é uma esposa de Baal, é  deusa da guerra e da perseguição. Fora de Ugarit, muitas estátuas nuas da deusa foram identificadas com ela como uma deusa da fertilidade e do sexo. Em Sidon mereceu sacerdotes e sacerdorizas reais. Lá serviu como uma deusa da fertilidade, amor, guerra e da vitalidade sexual e até para esse fim, teve prostitutas sagradas. Era a grande deusa dos Fenícios e foi identificada como Aphrodite pelos gregos. Contem a fúria de Baal quando pretende atacar os mensageiros de Yam.
ANAT (Anath, Rahmay - "a misericordiosa") ela é irmã de Baal e a filha da divindade da guerra, da caça, e da brutalidade. Ela é uma arqueira. Alguns textos perdidos relatam que matou Yam-Nahar, o dragão, a serpente de sete cabeças. Também destruiu, Atik, Ishat, e Zabib, todos os inimigos de Baal.
                                
     



       SENHOR- O mais comum de todos é o título "SENHOR", escrito com todas as letras maiúsculas, no Antigo Testamento, ou "Senhor", escrito apenas com a primeira maiúscula no Novo Testamento. Ora, a palavra "senhor", seja escrita da forma que for, é a tradução literal do hebraico "baal", que é o nome do ídolo com o qual o povo judaico mais adulterava. Por meio dos tradutores corruptos, este ser maligno "baal" substituiu todas as ocorrências do Nome do Criador nas escrituras traduzidas, de modo a que as pessoas passassem a invocar "senhor" continuamente, em vez de invocar o Nome do Criador YAOHUH (IÁORRU). Se você tem em casa a Bíblia de Almeida ou a Bíblia de Genebra, é fácil verificar que o Nome do Criador simplesmente foi extirpado de lá, sendo substituído pela palavra "SENHOR" com todas as letras maiúsculas. Para alguém que minimamente conheça um pouquinho de hebraico, perceberá que em hebraico não há diferenciação de maiúsculas e minúsculas, além de saber também que "baal" é o nome de um ídolo muito cultuado pelo paganismo judaico em seus desvios, conforme relatado nas Sagradas Escrituras.


      EL ou ELOHIM - Os cultos mitológicos pagãos primitivos possuíam um ídolo chamado "EL", que também origina a forma corrompida "ELOHIM". Afirmam os relatos mitológicos pagãos que EL vinha a ser pai de BAAL. Para os que já são de alguma forma familiarizados com as escrituras, irão perceber que o nome "Belzebu", um dos nomes malignos referidos nas escrituras, tem, na verdade, origem em "Baal zebub" cujo significado é "senhor das moscas". A forma correta do título escritural original que se refere ao Criador é "UL ou ULHIM (UL-RIM)", e não EL ou ELOHIM. A palavra original "UL ou ULHIM (UL-RIM)" possuem o significado de "O Ser Soberano Criador". A forma UL é a forma singular pura. A forma ULHIM (UL-RIM) é uma forma que pode tanto ser usada para o singular como para o plural, exatamente como ocorre com a palavra "lápis" em português (1 lápis, 2 lápis). A forma original UL e ULHIM (UL-RIM) foi facilmente corrompida para EL e ELOHIM, de modo a introduzir o impostor EL nas invocações dos incautos, e receberem o impostor como se verdadeiro fosse.


     EL SHADDAY - Pelas razões já explicadas acima acerca de "EL", essa forma muito popular em algumas religiões é idolátrica, pela inserção de um nome de ídolo, além de corrupção da forma original. A expressão correta hebraica é UL SHUAODDAY, que significa "O Ser Eterno Criador Suficiente Para Prover Salvação". Muitos ouvem essas expressões e as repetem, sem se preocuparem com seus reais significados e origem.
      EL SHADDAY: Significa o El "pai de baal" todo poderoso. 

     YEHOVAH ou JEOVÁ - O real significado dessa palavra, em hebraico, é "destruição",e é óbvio, corresponde a um ser espiritual maligno de destruição. Aqui este impostor passa a ocupar o lugar do verdadeiro Criador nas páginas das escrituras traduzidas, valendo-se do fato já estudado do uso errado dos massoréticos, com o objetivo de ocultar a pronúncia do Nome. Já vimos isso na parte anterior deste estudo. Esta forma decorre apenas da concatenação do Tetragrama (quatro consoantes que compõem o Nome do Criador) com os sinais massoréticos (vogais) da palavra "adonay".
      YAHWEH - Esta forma nada mais é do que a concatenação do Tetragrama com as vogais (massoréticos) da expressão "ha-shem". Aqui nota-se a presença tanto do ídolo"shemiramis" como uma invocação ao ídolo "YAH". Perceba a sutil, mas importante, diferença entre "YAH" e o verdadeiro "YAOHUH (IÁORRU)". Alguns tentam explicar este falso nome recorrendo ao verso 14 de Êxodo 3  (Shemot), onde o Criador diz: "Eu Sou o Que Sou", ou mais precisamente pela ortografia hebraica, "Eu Serei o Que Serei".Como o Nome do Criador, YAOHUH (IÁORRU) foi removido do verso 15, muitos passam a interpretar erroneamente que esta expressão seria o Nome do Criador, quando, de fato, à luz da correta leitura e interpretação, o Criador está apenas apresentando o seu mais importante atributo, antes de apresentar o seu Nome, no verso seguinte, o verso 15. Você não encontrará o Nome do Criador em Êxodo  (Shemot) 3:15 a menos que procure numa Bíblia Hebraica e consiga perceber o engano ao qual os tradutores têm submetido você até o dia de hoje. "Eu Sou o Que Sou" é um atributo do Criador. YAOHUH (IÁORRU) é o Nome do Criador. São coisas diferentes.
     DEUS - Este título é o mais usado de todos, sem dúvida, contudo, poucos se preocupam com seu significado ou origem, sendo assim enganados e iludidos pelo ser espiritual maligno que se coloca como impostor para usufruir indevidamente daquilo que pertence somente ao verdadeiro Criador YAOHUH (IÁORRU). Esta palavra na língua portuguesa é proveniente direta do ídolo "Zeus" da mitologia pagã grega. Os linguístas afirmam que é das evidências mais rudimentares a origem desta palavra em "Zeus", sendo "Zeus", "Théos" e "Deus", foneticamente, uma única palavra e um único nome de ser maligno. As três começam com consoantes de mesma forma fonética, são seguidas de ditongos idênticos e terminam pela mesma letra. Em termos espirituais, invocar "Deus" é o mesmo que invocar "Zeus", porque a forma com que é escrito pouco importa, quando o que importa é o que pronunciamos com os nossos lábios. Lembre-se sempre de que nomes são um conjunto de sons ou fonemas, e não um conjunto de letras escritas! A forma original UL ou ULHIM foi traduzida por esta palavra "Deus", em todas as suas ocorrências, introduzindo assim, dissimuladamente, o ídolo "Zeus", como impostor do verdadeiro Criador YAOHUH (IÁORRU).
                                                  Gol-got-ha
                                  

     GOD - Em inglês, um outro ser espiritual entrou como impostor. A palavra GOD, em inglês, nada mais é do que a presença do impostor, o ídolo "caveira". Sua origem é de GOT, do nome relatado nas escrituras como "Gólgota". Gólgota, em hebraico, é "Gol-got-ha", ou, como as próprias escrituras relatam, "O lugar da caveira". Desta palavra "got" é que se originou a palavra "GOD" em inglês, também muito popular para os que a pronunciam, sem nem ao menos terem a menor noção do que estão invocando sobre si mesmos, sobre suas famílias e sobre seus amigos.


     Jesus - Esta é a corrupção mais popular, mas não é por ser popular que passará a ser verdadeira. O falso nome "Jesus" é derivado de dois ídolos pagãos: IO e ZEUS. IO é um ídolo de identidade feminina, originário da mitologia romana. ZEUS é o ídolo maior da mitologia grega. O falso nome "Jesus" que se estabeleceu nas escrituras traduzidas, primeiramente pelo catolicismo romano e também pelas inúmeras religiões protestantes, traz a presença de dois seres espirituais malignos, os quais se aproveitaram de tradutores corruptos para se colocarem como impostores no lugar do verdadeiro Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA). Inadvertidamente milhões de pessoas invocam "Jesus" pensando estarem invocando o Messias, e esta é justamente o que os impostores mais desejam, que é serem tidos pelo verdadeiro, e receberem tudo que pertence ao verdadeiro. Os ídolos dos povos são demônios, e seus nomes são utilizados em substituição aos Nomes verdadeiros com o objetivo de se tornarem impostores, enganando os incautos e recebendo o que é devido a outrem.


             Autor: Valerio Yarmiyaohu, concedo autorização para os que amam a verdade a salvar, copiar, enviar, traduzir qualquer página desse site, as fotos foram adquiridas na rede mundial de computadores podendo haver restrições, mas os textos são gratuitos porque recebi de graça do meu Pai (Yaohuh) Manyaohu 10:8 (Mt)
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1 comentários:

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Excelente introdução histórica !
Esclarecedora . Gostaria de filmar isso.